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Quatorze casos de chikungunya são investigados em Minas Gerais

Do total, duas suspeitas estão em Belo Horizonte e outras duas em Governador Valadares, esta última, a única cidade mineira em situação de risco

A Secretaria de Estado de Saúde (Ses/MG) divulgou o último balanço sobre a febre chikungunya no Estado. Por enquanto, o número de casos confirmados permanece, sendo um em Matozinhos e outro em Coronel Fabriciano. Outras quatorze pessoas ainda estão sob investigação. Duas delas vivem em Belo Horizonte.

Os outros casos suspeitos estão em São Francisco de Paula, Timóteo, Medeiros, Pimenta, São Lourenço, São João do Oriente, Lavras, Governador Valadares (2), Ipatinga, Pará de Minas e Coronel Fabriciano. No início do mês, o Ministério da Saúde divulgou um levantamento onde Governador Valadares aparecia como a única cidade mineira a apresentar situação de risco para o mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue e da chikungunya.

De acordo com a Fundação Ezequiel Dias (Funed/MG), ainda não há previsão para o resultado dos exames e os dados devem ser divulgados pela Ses/MG.

Transmissão da doença

Um dos vetores da chikungunya, a fêmea do mosquito Aedes aegypti, também é responsável pela transmissão da dengue, que este ano já matou mais de 40 pessoas em Minas. O outro vetor é o mosquito Aedes albopictus, comum em áreas rurais. O mosquito adquire o vírus ao picar uma pessoa infectada, durante o período de viremia, ou seja, um dia antes do aparecimento da febre até o quinto dia de doença, quando a pessoa ainda tem o vírus na corrente sanguínea

Estado de Minas